As palavras que hoje gravo, não são minhas, foram contadas em jeito de história.
É história que se transmite.
É história de gerações.
Meu é só o sentir que elas provocam, em cada passo que dou no meu caminho, vá ele por onde for...
Agarrei nelas e devolvo-as ao vento, para se viverem...
"Mãe, mãe, tu mentiste-me!
Porque o dizes, meu filho?
Disseste-me que Deus estava em todo o lado e não é verdade, Mãe! Hoje andei pela praia e só vi as minhas pegadas na areia...
Andas muito distraído, filhote. As pegadas que viste na areia, eram as Dele, que te levava ao colo..."
se tens um deus que te leva ao colo podes considerar-te feliz, não?
ResponderEliminargostei muito do texto.
LetrasAoAcaso
ResponderEliminarSem surpresa, porque nos habituaste á qualidade literária, deparo-me com mais um excelente texto.
Um abraço
Muito bonito este texto. Fez-me sorrir.
ResponderEliminar:)
Bela escolha para se começar o fim de semana que aí vem. Este texto é engraçado e também me fez sorrir. Bom fim de semana Almaro.
ResponderEliminarBjos.
é...a gente vai descobrindo que é assim...fica-nos o rasto dele a amparar-nos...
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarOlá amigo, boa noite! Bela história a que aqui contas, mesmo sendo só palavras que devolves ao vento. O vento trouxe-as até aqui e soube-me bem lê-las. Bjs
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