Gosto de papoilas do campo, não é novidade. Ninguém fica indiferente à intensidade da sua cor e à sua fragilidade. É a imagem materializada da sensibilidade. Hoje , neste Outono de cores várias, húmidas, acordei com a imagem de uma seara Horizonte-trigo, de amarelos torrados, matizados pelo vento. O céu azul-naif, intenso. Perto do horizonte, um único e solitário vermelho seda, cheio de autoridade a captar todo o olhar do universo. Era a minha papoila…
A tua papoila a captar todo o olhar do universo. Fizeste-me sorrir porque a tua visão poética desarma qualquer pessoa. Um sorriso bom, um sorriso de doçura, amizade e admiração. beijos
ResponderEliminarLinda essa visão! Pude senti-la, partilhá-la contigo. Aquele abraço, WB
ResponderEliminarO teu vermelho, faixa de seda enrolando requebros de gueisha, ardendo entre o céu da paisagem e a paisagem do teu céu. Papoila embriaga, sabias? Mas é doce o seu embriagar, é um desejo que não seca, que renasce em cada sorriso teu...
ResponderEliminarBeijinho, Almaro.
Gosto tanto do vermelho...
ResponderEliminargosto tanto de te ler...
beijos
maria
cuida bem da tua papoila!mas não lhe ponhas um campanula
ResponderEliminarbeijos
nani
Excelente descrição em rubro.
ResponderEliminarA papoila está ligada definitivamente ao belo.
Tens uma prosa poética de excelentissima qualidade.
Abraços meu amigo.
... E pensar que nascem sem que ninguém as semeie... ;) bjs
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