8 de outubro de 2004

sempre que vou e quase sempre vou...

Eu nunca me despeço, levo sempre tudo comigo...

9 comentários:

  1. a forma de partir, não partindo

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  2. { ... partindo sempre neste chegar © pipetobacco ... }{ ... espero que gostes da forma como preservo os teus comentários. visita:
    http://www.mgrande.com/weblog/index.php/luzdetecto/your_comments ... }{ bom fim de semana }

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  3. Não tenho jeito de resposta dar...pelo não ele e por este cansaço que se me enevoa a vista e prende quase tudo... apenas quase,porque... fica gritando, de transmissão calada, este carinho enorme por tudo, alguém, ninguém e nada...recolhi forcinha, um niquinho um pouco, para seguir de à risca teu conselho douto e, agarrando a dita, viver pouco a pouco assim (tal e qual?!)- quando vou, me fico e ficando, vou.
    Um abração!

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  4. Podes levar os sentimentos, mas não a presença física das pessoas. Eu despeço-me e odeio despedir-me. Beijos

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  5. Há sempre uma coisa que se deixa para trás quando nos vamos embora... deixa-se a saudade por se deixar o local [ou pessoa] que para sempre nos aguarda ;) bjs

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  6. ...e as despedidas custam tanto...mas ao mesmo tempo...eu não resisto a elas...
    Tem um bom fds.
    Um beijo*.

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  7. Porque as guardas naquela caixinha pequena, dentro do peito...
    Beijo, Alamro.

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  8. Se não fosse poético, seria a perfeita descrição do nómada. Graças ao desafio da inconformada descobri este excelente blog. Passa a ser obrigatório.

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  9. Nunca nos despedimos das pegadas que deixamos ou que dos outros em nós ficam. São joias raras que envolvemos na mais preciosa seda dos afectos, para desembrulhar um dia cuidadosamente com um sorriso de ternura.

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