22 de novembro de 2004

ecos que choram em desespero

Lembro-me de um dia ter gritado a quem me olhava cheio de interrogação e duvida, “ Não me inventem o Eu!”…

Hoje, grito-me com os mesmos sons, num repetir cheio de angustia e desespero, “ Não me inventem, deixem-me simplesmente ser Mar…”

9 comentários:

  1. Eu sei. Entendo o porquê do teu desespero. Passei metade da noite a pensar como irias "digerir"...mais essa! Bem sei, porque te conheço...
    Do tamanho da galáxia...para ti, Zé!
    e...não desesperes...não te deixes consumir por sentimentos que não sejam de paz e serenidade. Estou aqui...se precisares....quando precisares. Shell

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  2. uma festa no cabelo ou... simplesmete ouvir...deixar-te ser mar...o que te apetecer ou oferecer-te um que escrevi em tempos
    Não me perguntem da minha tristeza

    não me indiquem caminho
    não me clamem Aléns
    o meu Além,o meu caminho
    está em cada paisagem
    em cada rosto
    em cada tiro de espingarda
    em cada mansarda
    em cada choro de criança maltratada
    (ou de homem, ou de mulher)
    por sobre o mar
    na vertigem dos altos
    (sempre aquém)

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  3. Não me questionem
    fiquem apenas
    sentindo que estou triste!

    ...faltou :)

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  4. Estou impaciente...
    E estou aqui.Aquele Abraço, WB

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  5. { ... tristes estas tuas palavras – espero eu que este meu “obrigado” as possa pintar [senão atribuir-lhes outro tom] - obrigado pela tua participação e pela tua presença - abraço ... }

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  6. se eu pudesse devolver-te a serenidade...de bom grado me deixaria ficar olhando esse mar em que te diluis...

    Beijinho meigo, Almaro.

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  7. Pois então sê mar! Ou ar, ou côr ou o que quiseres. Quem te pode inventar senão tu? Beijos

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