9 de dezembro de 2004

metade(s) do UM

Porque metade de mim, és tu que não estás e não estando, não há meia solidão, há uma coisa enorme que dói por inteiro no coração.

A outra metade, que só tua,são passos-pincel, que pintam cores e vida.

A metade que me resta, ah a minha, só se for poesia...





7 comentários:

  1. metades que se completam...não juntas, mas sabendo que se pertencem...nunca estão sós...

    beijinho, Almaro.

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  2. Tens toda a razão,almaro, não há meia solidão. Há mesmo só essa coisa enorme que dói por inteiro. E nem a poesia consola essa dor. Beijos

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  3. O melhor texto-poema de sempre, Zé!
    Mas cores e vida ...são um todo se lhe juntares poesia. E assim a vida passa a ser poesia colorida.
    Do tamanho da Galáxia....para ti.BS

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  4. as meias metades e as letras inteiras.
    A beleza de todos os teus sentimentos
    como gosto de te ler e guardar toda sas letras
    beijos de carinho
    maria

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  5. como é de calcular tenho andado aqui... e não escrevi porque fico num dilema... é que face à solidão fico sempre sem palavras pois, mais que com a dor ou a tristeza, entendo que é tamanho o sentir que ela envolve que quem a sente mesmo nem sabe dela dizer que a sente...me entendes?! por isso deixei este teu espaço em silêncio...
    muito bebi das tuas palavras que entendeste o outro meu dilema do conhecer e gostar de que falava...teres ficado ainda "embrulhado" :) olha, Almaro, a gente na vida se não tem disso nem sabe apreciar os presentes que a vida tem a cada canto para dar! Um abraço!

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  6. Muito bonito, Almaro :)
    Porque a vida pode ser um arco-íris,
    porque a nossa metade é aquela que escolhemos...
    e porque as palavras são eternas...

    :)*

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