22 de março de 2005

uma mão cheia

Tenho a mão-cheia-de-chuva, e não sei o que fazer com ela, se bebê-la, se a largar no céu, na terra ou semeá-la nascente…
Ela bem tenta dizer-me qualquer coisa, mas não lhe conheço as palavras... julgo entender que “ caí do ninho...”, por isso desenhei-a pássaro e larguei-a a voar.

Não voltou, devo ter entendido bem o falar da chuva que se aconchegou na minha mão...

6 comentários:

  1. "Gotas de infância
    até ao mar, até ao gira-sol
    imperceptíveis

    Libertas presas de si
    por serem águas tão-só

    Cativas de outras liberdades
    serem mães de arcos de mil íris
    ventres de flor de sal

    Sacias sedes salinas
    salgas desejos marinhos...

    Deixo mais um poeminha e vim desejar-te um bom dia!
    BJS
    NANE

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  2. Incrível como ao te ler Almaro penso coisas maravilhosas, novas inspirações. Não sei de onde vem tanta inspiração.
    Me fz bem ficar aqui te lendo, te lendo.
    Beijos saudosos
    Maria Odila

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  3. Olha, mais um blog de Aveiro... =D

    Obrigada pelo teu comentário no •▪•●Brainstorming●•▪•. Entretanto, se quiseres dar um voto a uma conterrânea tua, passa Na Blogosfera e vota em Wakewinha! ;)

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  4. Quase como ter "uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma" ;)

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  5. fizeste bem em devolvê-la ao céu...assim poderá cair de novo na tua mão e no coração da terra e florir!!!
    beijos e aquele abraço
    nani

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  6. Certamente...a chuva quer-se solta, em liberdade!
    Sempre, BShell

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