Hoje não há histórias.
Nem todos os dias as têm, nem é necessário acontecer conto ou poema para o dia ser especial (ando a apurar o sentir para todos os dias serem únicos, mas tem-me levado uma eternidade),
o hoje,
foi um voar rasante num campo de girassóis que se vestiram todos de branco-cegonha.
Quase apetecia pintar o que o olhar sentiu; uma ovelha, sentada, toda debruçada de atenção, a ouvir a papoila ( não, uma, mas aquela que ali estava sozinha, como gota de sangue naquele enorme lençol de girassóis brancos), a ensinar-lhe como se deveria comportar perante um poeta que não sabia escrever e só sabia sonhar…
Talvez ainda lá estejam amanhã, pode ser que assim, afinal haja história, mas não hoje que o voar só tinha ir…
"Nem sempre a neve
ResponderEliminarcai do céu : às vezes,
explode numa flôr...
...e o poeta virá...e todas as flores entenderão seu olhar...
ResponderEliminarSim...era apenas uma...a palavra que ela queria ouvir...
...sempre, BShell
Suas letras, disse-o tantas vezes, são enamoradas, preciosas, mesmo quando dizes não ter poesia.
ResponderEliminarVim agradecer também as visitas neste meu primeiro ano de blog,
beijos
Maria Odila
Hoje é daqueles dias em que, pé ante pé, devagar e com cuidado pra não pisar algum girassol bébé, saio e deixo shuuuuuttttttttt silenciosamente atrás do meu ir ...
ResponderEliminarmas vem caindo algo ...
a brilhar , do céu!!... eu não posso, Almaro...anda tu buscar...devagarinho...pé ante pé...deve ser para ti :)
Teus textos são sempre um bálsamo para a alma, acredita.
ResponderEliminarTerça-feira, Julho 29
ResponderEliminarMaldito miúdo...
continuam a andar por aí miudos com lágrimas castanhas a escorrer-lhes dos olhos...batem à minha porta... :)
Então quando o voar tiver volta, contas a história da ovelha e do que lhe disse a papoila... :) Beijos, almaro
ResponderEliminarUm segredito...lá no meu canto...
ResponderEliminarJinho, BShell
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ResponderEliminarO teu silêncio cresce
ResponderEliminare o que resta são murmúrios de ausência
neste espaço que se veste de mágoa...
Anis
O teu silêncio cresce
ResponderEliminare o que resta são murmúrios de ausência
neste espaço que se veste de mágoa...
Anis
um poeta que pinta os sentires à sua volta, os afectos que lhe chegam, voando de longe, mesmo no coração da selva africana...
ResponderEliminarbeijinhos, Almaro.
Senti-me uma ovelha sentada a ouvir a papoila, pois a imagem confortou-me. Beijo grande.
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