Queria tanto desenhar,
letra
por
letra,
toda a poesia que se pinta-de-olhares na minha estante-inclinada, gravada no sentir por linhas finas,
fundas,
como que pendurada no estendal a dançar,
colorida
qual folha de Outono a pingar da árvore, desprendida…
Ah, isto de se querer mais do que a vida é um desencontro ininterrupto, sem tamanho que cabe inteiro na contradição de estarmos presos no tempo em voares de colibri...
queria eu tanto desenhar um minuto de silêncio na pele do fim da tarde...
ResponderEliminaralmaro, sempre magnífico nas palavras.
Almaro que contradição: "estarmos presos no tempo em voares de colibri"
ResponderEliminarA cor que me deixaria pintar de sentir seria de luz..Luz dourada do sol quando cai a tarde*
P