13 de setembro de 2005

invisibilidades

Mastiguei um pedaço de luz
e
desenhei,
por inteiro, o Vazio
e
a nudez de um Rio, como se a memória adormecesse sem pesadelos, nem muros-caiados-de-silêncios…
Só as sombras eram brancas, frias, (des)luadas na noite que me dormia…
Despenteadas…
Bailarinas invisíveis,
que me consomem vampiras, o sentir e o Ver...

8 comentários:

  1. ...Almaro, venho agradecer as palavras amáveis que tiveste para comigo neste momento complicado e deixar-te um beijinho de @mizade...

    Espero voltar novamente a este teu espaço...pois ainda não ando com disposição para ler.

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  2. "Mastiguei um pedaço de luz
    e
    desenhei,
    por inteiro, o Vazio..."
    Nas invisibilidades que são minhas.

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  3. Almaro

    Obrigada pelo "presente" que me deixaste.


    Quando
    o espírito
    das coisas pequenas
    se arvora
    na dança de uma carícia
    o rumor
    secreto das cotovias
    fica parado
    no teu sorriso de janela aberta
    onde os afagos
    chegam
    com a ausência das palavras

    Um beijo

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  4. A luz... essa dádiva...nas tuas palavras.

    Boa noite ;)

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  5. Lindo! :) Os teus textos são cheios de vida. É tão diferente do que estou habituada a ler, que acho que é por isso mesmo que me detenho a ler-te, sempre com um sorriso.

    Beijinhos *

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  6. eu nao mastiguei um pedaço de luz eu olhei directamente para ela e fiquei com os meus olhos cheios de invisibilidade....

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  7. eu nao mastiguei um pedaço de luz eu olhei directamente para ela e fiquei com os meus olhos cheios de invisibilidade....

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  8. Sem querer abusar, este Poema foi publicado no Poesias, com uma imagem também da tua autoria.
    Se existir algum inconveniente, retirarei imediatamente.
    Obrigada ;)

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