12 de novembro de 2005

cegueira de um eu que não fugiu

Não te quero ver,
nem sentir,
enquanto fores só,
assim,
animal selvagem,
dentro de mim…

12 comentários:

  1. Há animais
    que nunca se domam
    nasceram
    e serão sempre
    assim
    selvagens...
    mas livres....

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  2. Sempre confundimos "salvagem" com "animal" (que não o homem), e não há criaturas mais organizadas. valha então a relação do "EU" de que falou Jung. Esses arquetipos que nos assustam.

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  3. Ou, quiças, os instintos, mas os instintos são propios dos animais, e o homem é animal também. Não se podem calar porquê são propios, ou, consustanciais ao SER.

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  4. Caro Chute:O escrito é muito menos que um monólogo com o alter-ego, é uma pequena tentativa de controlar o tal instinto animal. É uma espécie de escultura do eu. Sem traumas nem demasiado reflectiva.

    ps: obrigado pelas visitas

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  5. Caramba, depois do esforço que fiz em deixar um comentário tão sério e direitinho, constato que ele foi para as urtigas! Onde raio se meteu ele?

    Dizia eu que de tanto querer controlar o meu (instinto animal)começaram a surgir umas loiras, morenas, mouras e sei lá que mais...

    E sabes que mais? Gosto dos teus monólogos, como tu lhes chamaste em comentário anterior.

    p.s: queres jinhos? ou preferes um beijo?

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  6. Estimado Almaro:
    Não se preocupe que não o questiono a sí nem muito menos a sua poesia, deixaria então eu de escrever a minha, já não teria sentido. A reflexão era minha, não sua, nem muito menos para si..(quem sou eu para tal?). Mas sim quero então deixar, e depois de ler o seu "contra-comentario", que o natural não é controlar, mais bem, o natural flui e se vé passar.

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  7. Mas ainda bem que ficou claro que não é poesia, mas sim um mnnólogo. Interessante aliaje.

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  8. interesante " cegueira de um eu que não fugiu "

    um animal salvagem livre certamente dentro de ti


    beijinhos

    lena

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  9. maria moura: pois é! quanto mais se controla mais se reprime e depois...até uma moura meia alentejana vira sueca. gosto de monólogos de facto, ...sinto-me menos esquizófrenico... quanto aos jinhos...bem... gosto muito de janquinzinhos. de beijos? gosto!

    ps: estou no silêncios ou no devaneios???

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  10. Muito interessante. Amigo, por certo, a sua música não toca o é meu computador que não recebe o som?.

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  11. Caro Almaro

    Já te visitei por inúmeras vezes mas creio que nunca deixei aqui nenhuma palavra.

    Mas faço uma pausa no meu anonimato para deixar-te a minha admiração.

    A tua sonoridade poética é inigualável.

    Com os melhores cumprientos

    Duarte

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