tenho uns olhos em forma de lápis, mas nem sempre de cor...
Sei que sou esquisito mas a vida moldou-me assim... ganancioso de SER por inteiro e não me caber por inteiro em mim.
6 de novembro de 2005
partir, à procura...
vou descobrir a palavra com que se escreve a cor-que-tem-o-olhar... não olhar qualquer, esse tem palavras gastas, usadas, desusadas, mas os olhares-do-antes-da-lágrima... ah! esse, deus-meu, é palavra que ainda não sei!
Teresa: Mais uma vez discordo contigo. Navego é certo, mas quando se procura, não se anda à deriva, leva-se sempre um sentido. ainda sei ler , navegante, nas estrelas ou nas gaivotas o sentido da alma. da minha, claro
Ai! Rapariga, (Teresa) estamos dessincronizados... mas não estás tu a comentar um poema ( ou a tentativa de um...), não é o coração uma metáfora? o coração pulsa a vida, sim , mas não o sentir, triste do sentir que se baseia no bombear do sangue!
Tu que passas a vida a inventar palavras ainda não sabes essa?
ResponderEliminarEu também não!!!
Se soubesse escrevia poema!
[queres jinhos?]
tenta encontrar e diz depois a palavra certa,
ResponderEliminar"olhares-do-antes-da-lágrima..."
excelente
beijinhos
lena
Antes da lágrima
ResponderEliminaro olhar
extasiado
feliz
contente
Depois da lágrima
sereno
ferido
talvez...
Viva ele!
ResponderEliminarMudando de poiso, mas sempre o mesmo. Nem sei como consegui vir aqui parar...
Deixo-te um abracinho.
eu também não sei.
ResponderEliminarbjs.
"ah! esse, deus-meu, é palavra que ainda não sei!"
ResponderEliminare tantas vezes parto à procura...
numa palavra feita em conselho... Renova-te
ResponderEliminarnão Teresa, não é essa palavra que procuro.
ResponderEliminarTalvez não procures no caminho certo. Andas à deriva Zé. Precisas de uma bússula. Urgente.
ResponderEliminarTeresa: Mais uma vez discordo contigo. Navego é certo, mas quando se procura, não se anda à deriva, leva-se sempre um sentido. ainda sei ler , navegante, nas estrelas ou nas gaivotas o sentido da alma. da minha, claro
ResponderEliminarZé: As estrelas e as gaivotas servem para os caminhos metafóricos dos poemas. Quem sabe o sentido da vida se encontre nos corações humanos..
ResponderEliminarAi! Rapariga, (Teresa) estamos dessincronizados...
ResponderEliminarmas não estás tu a comentar um poema ( ou a tentativa de um...), não é o coração uma metáfora? o coração pulsa a vida, sim , mas não o sentir, triste do sentir que se baseia no bombear do sangue!