os barcos estão em terra. parados no vento. a secar o sal de ondas xávegas. as gaivotas charruam passos na areia em corridas de desassossego. os azuis enfeitiçaram-se, sem reflexos nem sombras. só eu não me encontro entre coisa nenhuma. sou resumo. síntese. concentrado num ponto do acaso, a escrever cores que se me pintaram endiabradas nas cordas de uma guitarra que toca nocturnidades em tons de (gira)sol-menor...
Querido Almaro
ResponderEliminarAlimentando os olhos - e a alma - lendo-te...
QUERO DESEJAR
UMAS FESTAS FELIZES
COM MUITO AMOR, SAÚDE E MUITA PAZ
Beijos c/ muita amizade
está lindo o blog, parabéns :)
ResponderEliminarpede para ser colorido com as palavras que nem o tempo nem o espaço têm gasto, e como elas se "pintaram endiabradas" nas "nocturnidades em tons de" algo que somos ou vamos perseguindo...
continua a colorir de tons, de todos os tons, pois todas as cores têm a mesma grandiosidade, não é?
beijo, fica bem a.