tenho uns olhos em forma de lápis, mas nem sempre de cor...
Sei que sou esquisito mas a vida moldou-me assim... ganancioso de SER por inteiro e não me caber por inteiro em mim.
5 de janeiro de 2006
no deserto do ver
(des) seguro-me do movimento, onde, pêndulo-o-olhar quedo-me, inquieto, em q u e d a que vivo em balão-de-menino, colorido e dou nome-ás-estrelas, num voo-de-águia em cores-de magnólia velado em areias-tuaregues onde, navego perdido
..
ResponderEliminarNavego
perdido
mas
não
esquecido!!!
Adorei todas as novidades
ResponderEliminara música que tbm adoro e
teus poemas...Lindos!
Feliz 2006!
Beijos
gostos dos espaços, da imensidão em que navegas...
ResponderEliminarbjs.
Pi: esquecer é perder as estrelas, não se navega sem estrelas, mesmo sendo vagabundo...
ResponderEliminarNane: não escrevo poemas, somo letras com as quais desenho sentires
ResponderEliminarMusalia: gosto da tua nova imagem, soa a tango, a musica de bailarina. imagino-te liberta no dançar em sons ciganos, em sons de tango...
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