23 de março de 2006

(des)orientações

sou marinheiro de nuvens
que,
cansadas
se deixam cair, exaustas de serem sonhos-de-anjos-sem-asas...

4 comentários:

  1. blueshell: por vezes esqueço que tu és quem me olha as palavras à mais tempo nesta aventura de desenhar o que sinto dia a dia. esqueço que por vezes não basta saber que estamos por aí, e não há desculpas que se peçam quando isso acontece...resta deixar um beijo

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  2. Os marinheiros desbravaram "terrenos", soltaram amarras e foram mundo fora, à descoberta.

    Talvez essas nuvens, mesmo assim exaustas, se deixem (re)descobrir por ti!

    Um beijo

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  3. vulcão: marinhar nas nuvens, é exercício que se aprende na escola, quando o tédio nos desce ao olhar, e nos pomos a vagabundear por dentro de um floco de giz, ou a seguir o esvoaçar da chuva, ou “pior” ainda a mergulhar inteiros em nuveares. Foi assim que os nossos marinheiros-poetas seguindo as nuvens “praiaram” na ilha dos amores...
    (gosto de te ver a devanear por aqui)

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