3 de março de 2006

(im)possibilidades

bati à porta da memória-da-alma,
mas,
perdi-me no labirinto das lembranças do eu que se funde nos instantes do tempo-sem-sementes-possíveis…

6 comentários:

  1. As sementes estiveram sempre lá, tão absolutamente visíveis
    que é quase impossível
    acreditar que seja tão fácil
    "vê-las"...

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  2. Vénus: o acreditar tem esse mistério de não conter ( nem esconder na pele) impossiveis...

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  3. Bati à porta do tempo
    mas,
    perdi-me na tempo da espera
    do tempo
    as lembranças do tempo
    esfumaram-se nas sementes
    do existir
    do tempo sem tempo...

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  4. Pi: tenho cada vez mais dificuldades em entender o tempo (simultaneamente circular e recta infinda), mas quando entro em nuveares e me vivo no destempo, tudo toma forma, no sentido do sonho, e esse vai para de lá das lembranças e vive-se autentico…sempre.

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  5. Truz...truz...

    (Sou eu a bater à porta dos nuveares!)

    Está alguém em casa?

    (querem ver que se perdeu mesmo no labirinto das memórias?!?)

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  6. Princesa moura: mas a porta está sempre aberta e eu estou todo inteiro no fragmentos de cada nuvem que vou desenhando nas lembranças...e que formas tomam cada um dos pedaços que esvoaçam nos labirintos desta cousa estranha de estarmos constantemente a procurarmos o que nos habita no eu...
    ( como ando confuso nos últimos tempos...ai ai que isto ainda acaba em esquizofrenia! ou começa?)

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