29 de janeiro de 2007

Entras de noite, sem sombras, negra, escura de perfumes suaves, a abraçar-me a ilusão com se colorisses a solidão do sonho

por vezes, à noite,
no silêncios dos pássaros
vejo-te
( em passos lentos)
e
oiço-te os olhos ( de
alabastros-negro)
a cantarem,
saudade
em sussurros baços
e
beijo-te
como se fosses
verdade.

8 comentários:

  1. Espero que não te importes que tenha levado "emprestado" um poema teu. Bem... não levei só um poema...algum inconveniente diz, que será de imediato retirado.

    Beijo meu ;)

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  2. "como se colorisses a solidão do sonho". fabuloso verso.

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  3. Querido Almaro

    Acabadinha de chegar!!!

    Vim dar um "olá" voltarei para te ler__________Beijo com muito carinho

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  4. poesia portuguesa: sabes já que gosto que uses o que partilho, porque quando o fazes, fico sem saber dizer, obrigado

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  5. alice: sê bem vinda a este país de nuvens...

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  6. teresa: procurei um mail para te escrever, simplesmente para te agradecer a visita e a leitura que foste fazendo nas minhas letras e no meu sentir. não o encontrando no teu espaço, fica aqui o meu obrigado.

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  7. betty, querida betty , finalmente chegaste...há ausências que criam um vazio silencioso que nos persegue como sombras...

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