oiço os caniços e o vento,
(como um marinheiro que procura a estrela, para lá do fim…)
escuto a guitarra-cigarra-que chora,
Cidade-véu que me atordoa e me engole sem fado...
( susurrando baixinho,
vai e-m-b-o-r-a . . .)
Homem alado, perdido na ilusão
de não ser Homem-multidão...
O silêncio rói
e o que sinto,
( trovão)espraia-se diluído no infinito,
como um búzio esquecido
no eco de mim...
Porque será que eu tanto adoro este silêncio mastigado?
ResponderEliminarÉ simplesmente fabulosa a tua escrita.
é...a escrita é fabulosa sem dúvida!!!! mas a mim doi-me setir a dor de quem a escreve!....
ResponderEliminarbeijinhos
nani
nani: já te disse, e volto a repetir. a escrita (a minha) é esculpida no instante da "dor" , isso não implica que a "dor" se mantenha... são relatos de momentos... não mais do que isso. sabes também, que são esses, e não outros, os momentos que me provocam a escrita. este escrito particular, tem a ver com a constatação de uma verdade...a que por mais que tentemos ser nós próprios,( por maior que seja a nossa ilusão de sermos diferentes no eu que nos cabe em sorte) seremos sempre homem-multidão!
ResponderEliminarana luar: provavelmente porque o silêncio mastigado obriga o olhar a ouvir o sentir...
ResponderEliminarya! eu sei mas cá de longe resta sempre a dúvida em relação aos "instantes"!...
ResponderEliminarnani
ya? ena ena, voltamos a àfrica? ou a linguajares de filhotes?
ResponderEliminarmeu querido_________amigo
ResponderEliminartinha saudades de
alisar
as tuas palavras
devagar______...
beijO c/ carinhO
efeitos do teu livro lourenço marques!!
ResponderEliminarEu li
ResponderEliminardois poemas num s�!
beijo ao Jeremias
"O silêncio rói"
ResponderEliminar... e deixa um vazio...
Bj
era um poema
ResponderEliminareram dois poemas
era o sentir
deslizando sobre o papel...
menina marota: pior que um vazio, uma angustia cheia de perguntas sem resposta...
ResponderEliminarbetty: é bom sentir o teu alisar pelas minhas palavras, pelos meus ecos...
ResponderEliminarpi: julgo que já te disse que não escrevo poemas, espalho sentires, liberto sentires que esvoaçam no eu...
ResponderEliminarpi: julgo que já te disse que não escrevo poemas, espalho sentires, liberto sentires que esvoaçam no eu...
ResponderEliminaranonimo:são sobretudo ecos que se estilhaçam para delá do vento...
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