passeio, de mão dada , saudades
a soletrar o tempo, em melodias surdas
como quem engana a fome
com pedaços de ilusão
na solidão das noites
sem ti…
Navego turbulento nas ausências
a arar distancias
avido da saliva que me beija
no escuro
com a suavidade do teu corpo que me enlaça
entre as margens doces da alma que viaja
nas madrugadas do futuro…
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