aquela que nos envolve no sonho de sermos poesia,
intíma, colorida de afectos
sem a sombra dos dias
Sei, por respirações do ver que só há sombra se bebermos luz,
mas a cor que pinto é uma matiz sem arco-íris,
é um barco de velas brancas
a viver o destino, ébrio de horizontes e de trilhos
qual rio, que soluça nos estilhaços do vento que semeia metamorfoses
de mim…
...e suspiro pelo roçar das velas de barcos perdidos na cerração...solução ou perdição? pedaços alados de fados findos de mim....
ResponderEliminarNão deixes que o vento te atropele... e não percas as palavras de menino ao sabor das velas.
ResponderEliminarUm abraço