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4 de junho de 2008

no retomar dos passos

Retomo o Tempo, como quem olha sem fuga o instante.

O instante ( momento em que o presente devora o futuro) é uma “partícula-do-tempo” que é simultânea em qualquer ponto do Universo…
Dois instantes consecutivos de tempo é que diferem, ao ponto de se tornarem únicos…


Imagina-te um ponto!

Um ponto é sempre centro, e nele ( rodando) consegues Ver tudo! Mas sempre que rodas só alcanças um instante de cada vez…
Se saíres do centro, consegues Ver todos os instantes, num só! De uma só Vez!
No entanto, levaste o ponto contigo ( perdeste o Centro!)…

É nessa deslocação de pontos, de instantes e de acasos que constróis o teu caminho…

in "apontamentos para um manual da serenidade" ou como devemos estar sempre disponiveis para nos diluirmos na harmonia de sermos em simultaneo, infinitamente grandes e pequenos, sem nunca perdermos o UM que nos une os instantes...




( rodar = circular = viver)

15 de abril de 2008

por dentro

Procura te no abismo, Deambula no nada e lá redescobre o equilíbrio !

In “ apontamentos para um manual da serenidade", ou como, quando confrontados com o abismo, somos levados pelos ventos-da-alma, a reinventar o horizonte-do-olhar

5 de setembro de 2007

limites

No limite ( no nosso ? no do universo? ) há sempre uma porta que se abre…nem que seja para olhar…

In “ apontamentos para um manual da serenidade ( sem autor)” , ou como mesmo depois do ultimo passo, há sempre caminho…

27 de agosto de 2007

ainda o acaso

O estado puro não pode coexistir com a esterilidade, estado puro implica harmonia, equilíbrio, estabilidade… Na esterilidade, ( como no vazio) o acaso torna-se improvável e sem ele nada se move…
In "apontamentos para um manual da serenidade" ( sem autor ), ou como os nossos passos devem procurar o equilíbrio na liberdade e para que esta seja pura, deve-se pintar de Universo…