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2 de julho de 2008

instintos indestintos

Esta minha ausência de tempo-memória empurra-me para um abismo incolor. Coloco etiquetas a cada cousa única que me abraça o sentir e dou-lhe um nome qualquer.
O Importante não é o nome, mas o impulso de o gravar.
É no impulso que se concentra a libertação do sentir, transformando o instinto de Ser, na essência de Existir-no-Ver

24 de março de 2008

ilha ( moçambique)

O som da memória,,,canta-me

( histórias?
Ao longe…violinos-de-chopim…)
fragmentos,
pequenas estrelas,
filamentos de prata,
preta,
branca,

Em terras-do-indico…

Há um mar à janela,
(Oiço?
De longe…flautas de pan…)

e velas
(Açafrão, caril?)
na Estrela do sul,
( ilha?)

AZUL!