Esta minha ausência de tempo-memória empurra-me para um abismo incolor. Coloco etiquetas a cada cousa única que me abraça o sentir e dou-lhe um nome qualquer.
O Importante não é o nome, mas o impulso de o gravar.
É no impulso que se concentra a libertação do sentir, transformando o instinto de Ser, na essência de Existir-no-Ver…
tenho uns olhos em forma de lápis, mas nem sempre de cor... Sei que sou esquisito mas a vida moldou-me assim... ganancioso de SER por inteiro e não me caber por inteiro em mim.
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2 de julho de 2008
instintos indestintos
24 de março de 2008
ilha ( moçambique)
O som da memória,,,canta-me
pequenas estrelas,
filamentos de prata,
Em terras-do-indico…
Há um mar à janela,
AZUL!
( histórias?fragmentos,
Ao longe…violinos-de-chopim…)
pequenas estrelas,
filamentos de prata,
preta,
branca,
Em terras-do-indico…
Há um mar à janela,
(Oiço?e velas
De longe…flautas de pan…)
(Açafrão, caril?)na Estrela do sul,
( ilha?)
AZUL!
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