quarta-feira, julho 4

securas

Escondo na cor a árvore,
escondo-a da sua sombra e pinto-a de sol, ao som dos murmúrios de uma águia pálida, que desenha abismos na noite e nas estrelas.
Escondo-me eu, em mim, como quem guarda o destino em memórias, (Cardume de histórias sem sentido) e voo no futuro em sorrisos infantis que guardam o tesouro do tempo.
Solto as palavras.
Evaporo-as.
Sou o sal de mim.
Seco.
Que chora!

1 comentário:

Menina_marota disse...

"...Solto as palavras.
Evaporo-as.
Sou o sal de mim.
Seco.
Que chora!"

eu choro contigo... e revejo-me nas palavras que choram comigo.
Bj ;)